Antes de entrar em campo e ajudar o Brasil a bater o Japão e garantir vaga nas oitavas da Copa do Mundo de 2026, Endrick achou tempo para uma cena que resumiu bem o clima da seleção: foi lá, pegou os chicletes de Ancelotti e distribuiu para o banco inteiro.
O atacante, os chicletes e o banco de reservas

A partida contra o Japão, disputada em Houston (Texas), ainda estava em andamento quando as câmeras registraram Endrick num momento que não tinha nada de futebol: o jovem atacante do Real Madrid foi direto ao estoque particular de Carlo Ancelotti, pegou os famosos chicletes do treinador e saiu distribuindo para os companheiros sentados no banco de reservas. A cena viralizou imediatamente no X (antigo Twitter) e gerou uma enxurrada de memes.
Os torcedores não perdoaram. "Agora que o moleque vai mofar no banco mesmo kkkkkkkkk", escreveu um perfil. "O mister morrendo na beira do gramado de ansiedade porque comeram todos seus chicletes", observou outro, segundo reportagem da Terra/Contigo.
Por que o chiclete é tão associado a Ancelotti

A goma de mascar virou marca registrada do treinador ao longo da carreira. Segundo o Terra, Ancelotti usava o chiclete para controlar a ansiedade durante jogos tensos, como substituto ao cigarro, hábito que abandonou depois que a Fifa proibiu fumar nas dependências dos estádios, em 2010. O produto de preferência é o americano Big League Chew, que custa cerca de 3 euros a unidade.
Na estreia pela seleção brasileira, em junho de 2025, o italiano mascou nove chicletes durante os 90 minutos. O número virou piada recorrente entre torcedores, que passaram a monitorar o consumo jogo a jogo como se fosse estatística oficial.
Endrick entrou, jogou e ajudou o Brasil a passar
As brincadeiras ficaram pelo banco. Quando Ancelotti chamou Endrick, substituindo Lucas Paquetá no segundo tempo, o atacante correspondeu: foi um dos destaques da partida e contribuiu para a vitória sobre o Japão, que carimbou o passaporte do Brasil para as oitavas de final da Copa do Mundo de 2026, conforme registrado pelo Terra.
No fim, os chicletes sumiram, o banco riu e o Brasil avançou. Ancelotti, provavelmente, abriu outra cartela.








